Refém em assalto que matou policial penal no Amapá é investigada como cúmplice, diz PM
05/01/2026
(Foto: Reprodução) Mulher que aparece no vídeo é investigada como cúmplice do suspeito de matar o policial penal.
Uma nova informação sobre a morte do policial penal Wildson Pantoja, de 39 anos, foi divulgada pela Polícia Militar do Amapá nesta segunda-feira (5). Segundo a corporação, a mulher que aparece nas imagens registradas por populares neste domingo (4), aparentemente como refém, tem ligação direta com o suspeito do crime, ocorrido em um mercantil na Rua Santos Dumont, no bairro Buritizal, zona sul de Macapá.
O suspeito, identificado como Raylander Gama Pantoja, de 29 anos, possuía mandado de prisão em aberto por roubo e histórico criminal por tráfico de drogas e homicídio.
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De acordo com o tenente Angelo Silva, representante da PM, a mulher pode ser ligação direta no caso.
"A princípio tudo leva a crer que ela já estava pensando na possibilidade dele fazê-la refém e por isso, a levou consigo. Não podemos ter essa informação de forma certeira, isso aí será esclarecido ao longo do processo", explicou o militar.
Os dois permanecem presos e seguem a disposição da justiça.
Policial Penal Wildison Furtado Pantoja foi assassinado dentro de um mercantil em Macapá
Arquivo pessoal/redes sociais
Sobre o crime
O policial penal Wildison Pantoja, de 39 anos, morreu após ser baleado dentro de um mercantil no bairro Buritizal, na Zona Sul de Macapá. Equipes da PM cercaram o local e conseguiram controlar a situação.
O caso gerou grande comoção social. A vítima entrou no serviço público em 2023, deixa esposa e três filhos. Vizinhos relataram que WildIson era conhecido na comunidade e costumava trabalhar diariamente no mercantil.
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Polícia Militar informou que a suposta refém está sendo investigada.
Isadora Pereira/g1
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